Juventude Que Prevalece

ByEneas Francisco

Outros tipos de selfie…

Definitivamente esta é a “geração selfie”, não é mesmo? Sim e não! Selfie é uma parada que já está ficando velha. As primeiras selfies foram feitas por volta de 1875 (a imagem que você no post é de 1920) mas o momento presente é especial pois a facilidade dos celulares com câmeras popularizou a arte. Apesar da longa data, a palavra selfie como vem sendo usada foi registrada pela primeira vez em 2002. Antes disso, num passado ainda mais distante, a mesma coisa vem sendo feita sob outro nome: auto-retrato.

O jornalista Rafael Sbarai da Veja, escrevendo sobre o assunto, definiu selfie desta forma: “A selfie pode revelar um estado de espírito ou ser um meio de autopromoção”. Mas, na prática, para o “artista”, qual seria a ideia ou o propósito de uma boa selfie? É simples responder: registrar a melhor imagem de si mesmo; congelar um momento, com aquela melhor roupa, na empolgação do momento, registrando o melhor lado do rosto, com aquele olhar “matador” que só um autro-retratista consegue garantir.

 

selfie1O bacana é a liberdade. Você faz selfie sozinho ou acompanhado. Seja com a mãe, com a vó, com o cachorro ou com a patrão; com o artista preferido, com o melhor amigo ou com um sorriso amarelo, depois de  um fora, mas com a expressão séria de quem tem autoestima suficiente e autoconfiança para uma foto-mensagem – leia-se, (in)direta –  destinada a quem te deu um tchau.

A melhor selfie não tem legenda, mas é pretexto; uma mensagem com a atitude, com o olhar.

 

Voltemos à raiz. Quem faz selfie congela um momento e na maioria dos casos congela um momento-ideal; aquilo que deseja transmitir, mas que ainda é um desafio a alcançar.

Geralmente a selfie com cara de inteligente é para quem quer passar a ideia de inteligência, mas que não é garantia nenhuma do fato.

Nem sempre a autoconfiança está lá; nem sempre a verdadeira comunhão existe e nem toda imagem do casal no elevador é a imagem de um relacionamento estável. É só o momento; “Vamos fazer uma selfie?”

A palavra selfie é um apelidinho para a palavra inglesa “self” que reúne o substantivo self (eu, a própria pessoa) e o sufixo ie. E nessa, vale registrar o melhor momento de si. Não tem que ser perfeito na estética, mas sim, no ideal. A careta perfeita, com a língua de fora ou, como já vi, com os olhos banhados de lágrimas depois de uma boa briga. E já teve quem fez selfie com defunto também.

Quer pior? Há uma lista perigosa de uma galerinha que morreu buscando registrar a melhor selfie. Caíram do prédio, da ponte, o pára-quedas não abriu ou, morreram enquanto dirigiam, tentando registrar o momento.

Meu conselho (sim, eu sei que você não pediu rs): faça quantas selfies quiser, mas por favor, não se congele num momento irreal. Permita-se crescer em meio às dificuldades e desafios da vida e não permita que as selfies sejam só um mensagem do tipo “beijinho no ombro” para os(as) inimigos(as) de plantão. Aproveitando que a palavra selfie diz respeito a si e não ao outro, antes do selfie-retrato, invista também no selfie-respeito, na  selfie-educação, selfie-encorajamento e no selfie-love.

E lembre-se que, no geral, todo mundo já sabe que o que você julga como “a melhor selfie” é a melhor do momento, e não da história. Não tenha medo de publicar uma selfie realista, pois se a realidade não mudar, ela pelo menos fica pra história.

Um cara famoso fez uma selfie com tinta em 1890 e ele não se pintou com a orelha saudável; expressou a realidade, com a orelha da qual ele mesmo havia cortado um pedaço. Acredito que, baseado no autorretrato de 1887, ele preferia seu lado esquerdo. Na época, tudo parecia estar bem, mas na “selfie” de1890, ele mostrou o lado direito, com curativo e tudo.

Nossa geração prefere consertar (editar) o que não gosta em si, para então mostrar a selfie para o mundo. Fazemos a selfie mas não mostramos o si. Mostramos o lado mais agradável do rosto; mostramos algo irreal para aqueles que nos “visitam” nas redes sociais.  Acho que estamos precisando de uma ajudinha.

Ops, já ia me esquecendo. O nome do cara que cortou a própria orelha e mesmo assim não editou a selfie, era Van Gogh.

Abrace-se!


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Sobre caminhos, escolhas, atalhos & trilhas

O capítulo “Você não é [só] o que vê no espelho”, tem tudo a ver com este post!

ByEneas Silva

Depois da Bíblia, o livro que a juventude cristã precisa

Juventude que Prevalece 2: o livro para a juventude cristã

Apesar de a história de José do Egito estar registrada no primeiro livro da bíblia e nos remeter a tempos remotos, sua saga ainda é atual. Sem dúvidas, muitas pessoas nos dias de hoje podem se beneficiar pelo exemplo de José. Na verdade, a juventude cristã ao redor do mundo pode ser beneficiada.

Seja por sua resiliência, ou pela sua capacidade de se manter excelente nos mais complexos momentos da vida, José ainda nos oferece muito mais.

Por conseguir vencer a tentação constante vinda de uma mulher mais velha. Pela pureza e disposição de guardar seu coração da amargura que poderia resultar do sofrimento que passou. Pela forma como lidou com o sofrimento imputado pelo ódio de seus irmãos. Por isso e muito mais, ele se mostra um personagem super atual.

Sua capacidade de gerenciamento, visão de futuro, bem como clareza nas horas mais obscuras da vida, faz dele um modelo para a juventude de nossos dias, que precisa vencer e crescer e representar a Cristo em meio a uma geração perversa.

Certamente estamos acostumados a ouvir muito sobre ele em congressos e eventos voltados para a juventude cristã. Todavia, a abordagem do segundo livro da série Juventude que Prevalece vai além, e procura colocar o leitor “na pele” do filho mais novo de Jacó.

O primeiro livro da série já alcançou milhares de jovens cristãos em todo o Brasil (tanto através da versão impressa como do e-book gratuito). Nosso objetivo é que muito mais jovens possam ter acesso à esta leitura tão edificante. O autor já ministrou diversas palestras por todo o Brasil e está mais que disponível para levar os segredos de Juventude que Prevalece para a juventude cristã de sua comunidade também.

Baixe o livro gratuito

Assista o vídeo abaixo, ouça um trecho do livro lido pelo próprio autor e adquira sua cópia de Juventude que Prevalece 2 – com certeza, vai te fazer bem. Depois disso, você pode baixar o primeiro livro da série (gratuito) clicando neste link.

ByEneas Francisco

Desenvolva autocontrole

Há uma grande paixão em meu coração por compartilhar a palavra de Deus com a juventude. Parte desta paixão é fruto de ter tido pessoas ao meu redor que investiram o conhecimento da Palavra de Deus em mim de forma que pude vencer diversas situações em minha vida, que seriam impossíveis de serem vencidas caso eu não tivesse tal apoio.

De todas as lições aprendidas, a que mais me toca e me permite ser quem sou é o domínio próprio, ou autocontrole.

Como jovens, somos muito reativos às circunstâncias ao nosso redor e extremamente emocionais. Muitas vezes movidos pela empolgação, corremos um grande risco de não desenvolver este tão importante fruto do Espírito.

Juntamente com o domínio sobre todas as coisas no Éden, Deus também deu ao homem o domínio próprio, ou seja, a capacidade de controlar-se a si próprio. A queda foi resultante do falta de domínio próprio e fez com que ele perdesse o domínio sobre a criação. Na verdade, ele passou a ser dominado. Tornou-se um escravo da sua natureza e dominado pela carne.

E isso ainda não mudou. Todos somos sujeitos a sermos guiados pela nossa natureza, e a menos que permitamos o Espírito Santo nos guiar, não teremos como dizer não para muitas coisas que nos são oferecidas diariamente.

No livro Juventude que prevalece, escrevo: “O domínio próprio é o que guarda o seu futuro do mal. Domínio próprio é autocontrole. É esse controle que lhe dá forças para dizer não para tudo que parece bom, mas que termina em sofrimento. É ele quem ajuda alguém com diabetes a se refrear no consumo de açúcar. É ele quem te sustenta na hora de dizer não à pessoa errada, quando querem – e você deseja – ir para a cama. É ele quem te ajuda a não gastar seu dinheiro suado no que não dá futuro”.

Muito pode ser dito sobre a necessidade do autocontrole para nós que somos jovens.

Qual é sua grande batalha? Com a sensualidade escancarada dos nossos dias, seja pela TV, revistas, outdoors? Com o homossexualismo e todas as suas formas de perversão? Ou com “quedinhas” que aparentemente não lhe causam dano algum, como: companhias, uma bebida aqui, outra ali, ou pequenas mentiras para seus pais?

O Espírito Santo quer te ajudar a vencer essas fraquezas, dando-lhe forças para dizer não a tudo o que quer destruir seu futuro, e acima de tudo seu relacionamento com Deus.

Leia Gálatas 5 e descubra, na Palavra, que o Espírito Santo está pronto, para gerar em você este fruto do Espírito tão essencial, para uma juventude plena e livre em Cristo Jesus.

Eneas Francisco
Autor do livro Juventude que Prevalece

Para saber mais sobre o livro ou adquirir um exemplar, visite: www.juventudequeprevalece.com