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ByCarla Montebeler

Bate-papo com a autora Arlene Diniz

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É hora de conhecer mais uma autora UPBooks. A editora Carla Montebeler foi responsável por este bate-papo com a autora e você pode acompanhar tudinho aqui no blog da  UPBooks.

ENTREVISTA

1 – Como teve início sua paixão pelo ministério com adolescentes? 

Acho que sendo uma (risos). Eu tive um encontro verdadeiro com Jesus aos 16 anos e vivi a melhor adolescência que pude, na presença dEle. Acredito que isso fez meu coração arder de vontade em apresentar à galerinha dessa idade o que Jesus pode fazer em uma vida que se dispõe pra Ele.

2 – E quando decidiu que a história de uma adolescente seria tema para os seus livros?

Aos doze anos me apaixonei por livros infanto-juvenis e devorava o máximo que podia desse tipo de literatura. Depois dos 16, comecei a ler mais livros cristãos de estudo e sentia uma falta imensa de livros de ficção com uma temática bíblica. Aos 19, li o primeiro romance cristão para adolescentes e fiquei apaixonada. Como eu já tinha inúmeros rabiscos de histórias perdidos pelo meu computador, não foi difícil desenvolver uma delas. Resolvi que escreveria um livro que eu gostaria de ter lido aos 15 anos e que poderia ter me aproximado de Deus naquela época.

3 – Fale um pouco sobre “Uma Viagem Nem Um Pouco Sonhada”.

Ah… escrever esse livro foi um grande presente de Deus. A história de Betina (personagem principal) se mistura à de inúmeros meninos e meninas que cresceram frequentando uma igreja e muitas vezes não entendem ao certo o porquê de estarem ali. O livro também expressa muitos assuntos que envolvem o mundo adolescente e procura lidar com eles à luz da Bíblia.

4 – Onde busca inspiração para escrever suas histórias numa linguagem tão atual para os jovens?

A primeira fonte de inspiração, sem dúvidas, é a palavra de Deus. O livro é recheado por ela do início ao fim. Não tem outro lugar onde possamos encontrar os princípios que Deus sonhou para as pessoas de todas as idades – inclusive para os adolescentes. Depois, vem a minha própria convivência com eles e as experiências que passei nessa idade também. Além, é claro, de ser inspirada por livros juvenis de outros autores que admiro muito, como a Robin Jones Gunn.

5 – Tem algum projeto de escrever um livro romântico cuja história se passe em outras cidades do Brasil ou em um lugar fictício?

Com certeza! A mente está cheia de ideias (risos), mas a próxima história, que é a continuação do Uma Viagem Nem Um Pouco Sonhada, se passa na cidade do Rio de Janeiro.

6 – Como foi sua experiência de publicação pela Upbooks? 

Melhor impossível. A editora me recepcionou de forma maravilhosa e tem me ajudado muito em todo o processo, desde a minha liberdade nas decisões dos detalhes do livro até toda assessoria editorial. É muito bom estar entre pessoas que tem o mesmo propósito, que trabalham com honestidade e visando o Reino de Deus.

7 – Quais características um livro tem de ter para você considerá-lo tocante e/ou emocionante?

Sem dúvidas, trazer uma mensagem espiritual. Eu amo ler livros que me aproximem de Deus e me ensinem a ser uma serva melhor.

8 – Em um país como o nosso, o que te dá ânimo para ser escritora? 

Crer que estou no caminho que Deus planejou pra mim e pensar nas pessoas que Deus pode tocar através das minhas palavras.

9  – Qual sua expectativa com seu livro? Como pretende fazer a divulgação dele para que os adolescentes o encontrem?

Eu estou bastante alegre e animada com todo esse processo de ver o livro ficando pronto e às vezes “fico como quem sonha”. Espero que a história fale aos corações, essa é minha maior expectativa. A divulgação está sendo feita pelas redes sociais, através do bom e velho “boca a boca” e alguns eventos já estão vindo por aí, também.

10 –  Quando está com sua família, você consegue relaxar e esquecer dos livros ou tem mais inspiração ainda para escrever?

Ah, com certeza tenho muita inspiração! Na verdade, qualquer lugar que um escritor vá, a inspiração pode surgir.

11 – Deixe uma mensagem para quem está começando a se aventurar no mundo da escrita.

Apesar de também ser nova nesse mundo (livros, editora, lançamento e etc), escrevo desde novinha e algo aprendi durante esses anos: é preciso persistir. Não importa se ainda não escrevemos como gostaríamos ou que ninguém lê o que escrevemos. Devemos continuar escrevendo e procurar formas de aperfeiçoarmos isso. A forma que eu mais gosto, sem dúvidas, é a leitura. Quanto mais a gente lê, melhor a gente escreve. Tem que ler muuuito.

12 – Arlene Diniz por Arlene Diniz: 

Eu sou muito sonhadora e sempre creio que há possibilidade para tudo. Caminhar com Jesus faz com que minhas expectativas estejam sempre nEle e me dá um olhar de esperança frente às coisas da vida. Estou no último ano da faculdade de Serviço Social, sou casada com o meu amor Hugo há quase dois anos e além de escrever e ler, amo sair com meus amigos, viajar e conhecer pessoas.

13 –  Suas considerações finais:

Espero que não só o Uma Viagem Nem Um Pouco Sonhada, mas tudo que eu escrever possa ser instrumento de Deus na vida das pessoas. Esse sempre será o objetivo. Agradeço a todos que me apoiam desde muito cedo a escrever e a todos que tem sonhado com este primeiro livro junto comigo. À Editora Upbooks, meu mais alegre “obrigada” pelo que tem feito e se esforçado para que tudo dê certo. Deus os abençoe cada vez mais!

Experiência de publicação com a Upbooks.

O trabalho que a Upbooks faz é muito completo e está fazendo essa ser uma ótima experiência de publicação. A editora Carla Montebeler é um anjo de Deus em minha vida, pois além de me dar toda assessoria necessária, também me dá conselhos, dicas, se esforça ao máximo para que eu esteja à vontade e o melhor: sonha junto comigo; se esmera em pensar formas de apresentar o livro às pessoas, em fazer com que o Uma Viagem Nem Um Pouco Sonhada seja um sucesso. Agradeço de coração, pois eu posso pedir socorro a Carla em qualquer dia e qualquer horário e ela estará lá, me tirando dúvidas, trabalhando para o melhor da editora e também para mim como autora. Agradeço a Jesus por essa parceria maravilhosa!

ByEneas Francisco

Carla Montebeler agora integra a equipe UPBooks

Carla 4Hoje é um dia especial para a UPBooks. Alguém que entrou na nossa vida como autora – a partir do seu quarto livro da série “As crônicas de Adulão” – trouxe algo a mais para o cenário. Ela trouxe sua experiência como autora de cinco livros e um coração voltado para ajudar os autores de primeira viagem.

Estamos falando de Carla Montebeler. Mineira de “Beagá”, casada com Fabiano, mãe do Guilherme e formada em história. Com carisma, propósito e cheia de amor pelo que faz – escrever – a partir de agora os novos autores poderão se relacionar diretamente com ela para obter respostas para os mais diversos questionamentos que enchem o coração do autor independente. Tendo ela mesma passado por diversas experiências – algumas não muito boas – para se consolidar como autora, ela acredita que a UPBooks é a nova casa do autor cristão independente, e por isso, foi convidada para trazer sua experiência como autora para nossa editora.

De sua autoria destacam-se os livros da série As crônicas de Adulão e, mais recentemente, a antologia Viagens Fantásticas pela Bíblia, na qual ela reuniu doze escritoras de diversas partes do Brasil para escreverem contos sobre personagens secundários da Bíblia.

Enfim, para quem está chegando ao mundo da literatura cristã agora, nós apresentamos Carla Montebeler, nossa mais nova editora.

Leia mais sobre Carla Montebeler

Contato: carla.montebeler@upbooks.net.br

ByEneas Francisco

Antologia a caminho…

Em breve novidades sobre
Viagens Fantásicas pela Bíblia 2

caravela_

 

ByEneas Francisco

Outros tipos de selfie…

Definitivamente esta é a “geração selfie”, não é mesmo? Sim e não! Selfie é uma parada que já está ficando velha. As primeiras selfies foram feitas por volta de 1875 (a imagem que você no post é de 1920) mas o momento presente é especial pois a facilidade dos celulares com câmeras popularizou a arte. Apesar da longa data, a palavra selfie como vem sendo usada foi registrada pela primeira vez em 2002. Antes disso, num passado ainda mais distante, a mesma coisa vem sendo feita sob outro nome: auto-retrato.

O jornalista Rafael Sbarai da Veja, escrevendo sobre o assunto, definiu selfie desta forma: “A selfie pode revelar um estado de espírito ou ser um meio de autopromoção”. Mas, na prática, para o “artista”, qual seria a ideia ou o propósito de uma boa selfie? É simples responder: registrar a melhor imagem de si mesmo; congelar um momento, com aquela melhor roupa, na empolgação do momento, registrando o melhor lado do rosto, com aquele olhar “matador” que só um autro-retratista consegue garantir.

 

selfie1O bacana é a liberdade. Você faz selfie sozinho ou acompanhado. Seja com a mãe, com a vó, com o cachorro ou com a patrão; com o artista preferido, com o melhor amigo ou com um sorriso amarelo, depois de  um fora, mas com a expressão séria de quem tem autoestima suficiente e autoconfiança para uma foto-mensagem – leia-se, (in)direta –  destinada a quem te deu um tchau.

A melhor selfie não tem legenda, mas é pretexto; uma mensagem com a atitude, com o olhar.

 

Voltemos à raiz. Quem faz selfie congela um momento e na maioria dos casos congela um momento-ideal; aquilo que deseja transmitir, mas que ainda é um desafio a alcançar.

Geralmente a selfie com cara de inteligente é para quem quer passar a ideia de inteligência, mas que não é garantia nenhuma do fato.

Nem sempre a autoconfiança está lá; nem sempre a verdadeira comunhão existe e nem toda imagem do casal no elevador é a imagem de um relacionamento estável. É só o momento; “Vamos fazer uma selfie?”

A palavra selfie é um apelidinho para a palavra inglesa “self” que reúne o substantivo self (eu, a própria pessoa) e o sufixo ie. E nessa, vale registrar o melhor momento de si. Não tem que ser perfeito na estética, mas sim, no ideal. A careta perfeita, com a língua de fora ou, como já vi, com os olhos banhados de lágrimas depois de uma boa briga. E já teve quem fez selfie com defunto também.

Quer pior? Há uma lista perigosa de uma galerinha que morreu buscando registrar a melhor selfie. Caíram do prédio, da ponte, o pára-quedas não abriu ou, morreram enquanto dirigiam, tentando registrar o momento.

Meu conselho (sim, eu sei que você não pediu rs): faça quantas selfies quiser, mas por favor, não se congele num momento irreal. Permita-se crescer em meio às dificuldades e desafios da vida e não permita que as selfies sejam só um mensagem do tipo “beijinho no ombro” para os(as) inimigos(as) de plantão. Aproveitando que a palavra selfie diz respeito a si e não ao outro, antes do selfie-retrato, invista também no selfie-respeito, na  selfie-educação, selfie-encorajamento e no selfie-love.

E lembre-se que, no geral, todo mundo já sabe que o que você julga como “a melhor selfie” é a melhor do momento, e não da história. Não tenha medo de publicar uma selfie realista, pois se a realidade não mudar, ela pelo menos fica pra história.

Um cara famoso fez uma selfie com tinta em 1890 e ele não se pintou com a orelha saudável; expressou a realidade, com a orelha da qual ele mesmo havia cortado um pedaço. Acredito que, baseado no autorretrato de 1887, ele preferia seu lado esquerdo. Na época, tudo parecia estar bem, mas na “selfie” de1890, ele mostrou o lado direito, com curativo e tudo.

Nossa geração prefere consertar (editar) o que não gosta em si, para então mostrar a selfie para o mundo. Fazemos a selfie mas não mostramos o si. Mostramos o lado mais agradável do rosto; mostramos algo irreal para aqueles que nos “visitam” nas redes sociais.  Acho que estamos precisando de uma ajudinha.

Ops, já ia me esquecendo. O nome do cara que cortou a própria orelha e mesmo assim não editou a selfie, era Van Gogh.

Abrace-se!


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Sobre caminhos, escolhas, atalhos & trilhas

O capítulo “Você não é [só] o que vê no espelho”, tem tudo a ver com este post!

ByEneas Francisco

Conheça Carla Montebeler

Conheça mais sobre a autora da série As Crônicas de Adulão

Um bate-papo muito legal com Carla Montebeler, autora da série As Crônicas de Adulão, cujo quarto livro – A Fortaleza de Jebus – foi publicado pela UPBOOKS.

Carla 41) Quem é Carla Montebeler?
É uma pessoa a quem Jesus salvou e que agora, tenta fazer tudo que pode para torná-lo conhecido. Acho que este é o principal traço do meu caráter porque define todas as outras áreas da minha vida. Tenho 41 anos, nasci em Belo Horizonte/MG, moro em São Paulo há dois anos. Sou casada com o Fabiano e mãe do Guilherme. Estudei secretariado e trabalhei muitos anos nessa profissão. Fui bancária por dez anos, mas detestava a profissão. Então, em 2009 resolvi começar de novo. Voltei para a faculdade para fazer o curso de história e desisti da carreira de bancária para ser escritora. Foi a melhor decisão da minha vida! Sempre lecionei nas escolas dominicais; meu marido e eu atuamos com o ministério de ensino, louvor e jovens na Igreja Batista do Calvário, em BH. Hoje, somos intercessores na Igreja Batista Filadélfia Lauzane, em SP.

Sou apaixonada por viagens, fotografia, música e literatura. Gosto de um bom papo, de preferência com café quentinho e forte! É sempre difícil escrever sobre a gente mesma… acho que vai ficar mais fácil quando você me conhecer! (risos)

2) De onde vem a paixão por livros e por escrever?
Sempre estive rodeada por livros. Na casa do meu pai, mesmo com tão poucos recursos, sempre tivemos livros. Eu acho que comecei com os gibis do Maurício de Souza, que liam pra mim quando tinha três, quatro anos. Aos seis, quando podia ler sozinha, fui descobrindo outras formas de literatura e a paixão foi instantânea. Aprendi a viajar! Na escola, quando descobri que emprestavam livros pra gente, fui à loucura! Todas as páginas do registro da bibliotecária tinha meu nome! Lia a Coleção Vagalume e os clássicos. Meu favorito era José de Alencar. Li quase tudo dele.
Aos dez anos, já tinha lido a bíblia inteira pela primeira vez. Já adulta, me encantei com ficções históricas, que além de divertir, informavam as pessoas! Sempre pensei: puxa… um dia alguém podia escrever assim sobre os valentes de Davi. O Tempo passava e ninguém se habilitava… (risos), então, tomei coragem e escrevi eu mesma uma história que sempre quis ler!

“… então, tomei coragem e escrevi eu mesma uma história que sempre quis ler!”

3) Houve algum momento em que achou a ideia de ser autora absurda?
Não. Fabiano é meu maior incentivador e me apóia muito. Ele me dá condições de ficar em casa e poder me dedicar aos livros. Este é um privilégio que muitos colegas de profissão não tem. A primeira reação de um leitor ao livro O Vale de Elah, mostrando como Deus havia tocado seu coração, fez todo esforço valer a pena. Não considero jamais absurdo. Acho que foi para este propósito que Deus me equipou com os dons que tenho. Fazer a diferença na vida das pessoas não tem preço!

4) Como surgiu o primeiro livro da série As Crônicas de Adulão?
A história de Samah se formou na minha cabeça quando li que os israelitas plantaram um campo de lentilhas e os filisteus vieram toma-lo. Todos os outros fugiram e Samah lutou sozinho e venceu. Ele não arredou o pé. Aquilo me intrigou: o que levaria aquele homem a arriscar a vida por lentilhas? Daí minha mente viajou: uma mulher? Um grande amor? Ela estaria grávida e tinha desejos de lentilhas? Foi daí que comecei a pensar no motivo de cada valente para se juntar a Davi. A bíblia diz apenas que eles eram endividados, amargurados e de coração triste. Assim, imaginei o que levara Samah e os outros até ali. Começou assim…

5) Você já começou sabendo que seria uma série?
Sim. A história de Davi é muito extensa. Com os acréscimos da ficção, sabia que ficaria um livro enorme. Como professora de EBD tive alguns amigos que incentivamos a aprender a ler. Eles foram os primeiros a acreditar no meu sonho. Uma irmã me disse: ‘Pena que eu não vou ler o seu livro se ele for grande demais’ Daí eu disse prá ela: ‘Não se preocupe. Vou escrever aos pouquinhos, livros pequenos, para que a senhora consiga ler todos’. Quando ela leu o Vale de Elah inteirinho, não sei quem ficou mais emocionada: ela ou eu. Então, tenho este compromisso de não deixar que os livros sejam extensos demais. O Vale tem 100 páginas apenas. O Deserto de Maom e o Bosque de Herete, apenas 140. A Fortaleza de Jebus é o mais extenso, com 178 páginas. Mas tenho um sonho enorme de conseguir publicar a série num volume único, que os apaixonados por livros grandes possam desejar.

6) Qual é a melhor coisa de ser escritora?
Três coisas eu posso listar: primeiro, a satisfação de sentir estar cumprindo exatamente o chamado de Deus para mim. Segundo, a interação com os leitores, que são tocados pelas palavras do livro e se identificam com os personagens. Terceiro, os eventos literários onde conhecemos outros escritores, que acabam se tornando amigos e companheiros das letras. Exatamente nesta ordem.

7) Qual o maior desafio?
Divulgação, certamente. Fazer seu trabalho conhecido é muito complicado. O livro é bem aceito entre meus alunos e amigos de BH. Mas saindo da minha roda de relacionamento, ainda não consegui fazer com que as pessoas saibam que existe As Crônicas de Adulão. Isso é um pouco frustrante.

8) Está escrevendo algum livro agora?
Sim. Estou terminando O Vale do Sal, o último livro da série e que vai fechar a história de Samah e os outros valentes.

9) Qual a mensagem por trás de cada livro da série?
Deus pode mudar a sua história, se você deixar que Ele te dê forças para lutar. Em cada um dos livros, veremos personagens tomando decisões difíceis impulsionados por tragédias. Mas a força do Senhor foi suficiente para que eles conseguissem superar as adversidades e conseguir um futuro ainda melhor do que o que eles estavam esperando. O que mais nos ensina é Davi: aprendi com ele que, às vezes, achamos que Deus está respondendo nossa oração, mas nós é que estamos respondendo ao chamado dEle.

10) Depois de Davi, sobre quem você escreveria?
Já tenho na minha mente um desenrolar do pano de fundo da história de Sadraque, Mesaque e Abedenego. Acho que seria fantástico destrinchar esse período do cativeiro de Israel, as peculiaridades da Babilônia e sua cultura (os jardins suspensos famosíssimos!) e como era a vida do hebreu naquele tempo. Acham que seria legal?

11) Qual sua percepção sobre a literatura cristã no Brasil?
Acho que a literatura é cercada de formalidade e tradicionalismo, infelizmente. Os autores brasileiros no meio cristão só são aceitos se já forem famosos, conhecidos em outros canais (música ou pregação). As tentativas de literatura fantástica (romance, ficção) são feitas apenas com traduções de livros que são sucesso no exterior. Já li vários livros bons de romance de autores cristãos, mas que não estão nas livrarias! A maior parte dos cristãos ainda pensa que literatura evangélica deve se manter em torno de devocionais, autoajuda, estudos e testemunhos pessoais. Ainda bem que surgiram plataformas como Wattpad e as mídias digitais onde os leitores podem encontrar novos livros, sem ter que passar pela porta estreitas da seleção das grandes editoras cristãs. O Brasil, também nesta área, precisa aprender a valorizar os próprios brasileiros.

12) Qual seu autor preferido?
Sem dúvida, Frank Peretti. Ele escreve ficção histórica. Justamente por nunca ter lido nada do gênero, o livro dele ‘Este Mundo Tenebroso me marcou sobremaneira. Foi ali que percebi como um livro escrito sob a direção do Espírito Santo pode abençoar as pessoas, mesmo que o gênero seja ficção.

13) Como veio parar na UPBOOKS?
Tá aí um bom exemplo: achei a UPBOOKS pelo facebook! Daí enviei uma mensagem, oferecendo submeter meus livros à análise do editor e – PASMEM! – a UPBOOKS me respondeu! Fui bem recebida e acolhida, numa editora que conhece o mercado nacional e a realidade de um escritor independente. Tudo começou assim.

14) Um Sonho?
Que As Crônicas de Adulão sejam lidas no mundo inteiro! Lido em vários países. Fico imaginando receber uma carta de um jovem da Nova Zelândia dizendo que, na força do Senhor, ele também lutou e mudou sua história.

15) Como é o trabalho de pesquisa para escrever cada livro da série?
É o mais gostoso de fazer! (risos) Como nunca fui à Israel, preciso de mapas para estudar a topografia dos lugares, para que a narrativa das jornadas e viagens seja verossímil. Os livros de Geografia Bíblica me ajudam muito para retratar os povos vizinhos de Israel e as particularidades deles. Livros de Usos e Costumes dos Tempos Bíblicos me dão o panorama das roupas, utensílios, moedas, costumes (casamentos, guerras, comércio). A História dos Hebreus, de Flavio Josefo, me mantem na ordem cronológica dos eventos, já que a história dos valentes está norteada por Davi. Buscas na internet me dão detalhes como flores e árvores, estações, clima e chuva. Armas e estilos de guerra. Bem… você está vendo? Só de responder isso aqui eu já fico viajando. Claro que tem todo o esforço prá que o livro não fique parecendo com uma aula de história… Tudo isso vai escondido na história, detalhes sutis, mas estão todos lá, para te dar vontade de não parar de ler!

ByEneas Francisco

A mulher cristã em um mundo moderno

Ela é esposa, mãe e pastora; tem um ministério poderoso voltado para mulheres e reside na Cidade de Sete Lagoas, MG. Agora, pela graça de Deus, vai somar ao time UPBOOKS como autora do livro A mulher cristã em um mundo moderno. Leia abaixo, o primeiro artigo de Érica Leite para o blog da Editora UPBOOKS.


A mulher cristã em um mundo moderno

Sabemos que o mundo vive em constante mudança e, todos os dias, em consequência dessas mudanças, somos apresentados a novas informaçãoes, ideologias, hábitos e modismos. O resultado é que a sociedade é influenciada por essa modernidade, fazendo com que as pessoas venham reprogramar, sem perceber, seus conceitos e padrões.

A sensação que temos é de que precisamos nos encaixar para sobreviver e, ao mesmo tempo, que temos acesso à uma falsa “liberdade”, que na verdade está se tornando um verdadeiro conflito social, gerando cada dia pessoas mais egoístas, separatistas, dominadas pelo sistema e escravas de uma ditadura maligna.

Com tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo, não seria a hora de todos estarmos preparados para essa mudança? Provavelmente – como esperado – a igreja se tornou o principal alvo! Suas doutrinas se tornaram preconceituosas, seus padrões ultrapassados e seus fieis alienados! Diante do mundo, não seria um tempo de mudança para a igreja? Não seria o momento dela se adaptar ao sistema?

O livro A Mulher Cristã em um Mundo Moderno

nasceu em um momento de questionamentos pessoais, quando as exigências desse mundo bateram de frente com a verdade da Palavra, quando as igrejas abriram as portas para seus modismos e os seus fieis aceitaram os seus padrões. Foi quando entendi que eu não precisava aceitar sua imposição; que esse não é o meu mundo, não é a minha casa, que estou aqui só de passagem e que tenho a palavra como meu manual de vida!
O livro é um verdadeiro confronto! Compartilho com as mulheres como a modernidade tem afetado de maneira crucial a sua identidade, seus laços familiares, seu envovimento na sociedade e o seu comportamento como uma mulher cristã, inclusive no seu serviço a Deus.

Nele, abordo temas que irão nos confrontar como servas do Senhor. Veremos como muitas mulheres se desviaram do plano designado por Deus para elas.
Deixaríamos de ser escravas de Cristo para sermos escravas do mundo? Trocaríamos as Suas promessas de salvação pelas algemas da condenação eterna? Precisamos despertar, nos posicionar e regressar à nossa origem… como eleitas!
Por isso, não deixei de abordar como as mulheres cristãs conseguirão brilhar, triunfar, crescerem e se serem bem-sucedidas em um tempo que está “reservado” somente àquelas que vivem debaixo de um padrão corrupto e sem valores.
Você é especial, única e escolhida! Chegou a hora de resgatar seusvalores ! Você ficará maravilhada com os sonhos e planos de Deus para você. Precisamos trazer à memória aquilo que nos traz esperança; e  nossa esperança é um dia, morar com o nosso precioso Pai!


Você também tem um livro para publicar? Fale com a UPBOOKS! Com certeza podemos te ajudar a alcançar seu público! Clique no link e saiba mais: http://upbooks.net.br/publiqueseulivro/